Black Friday 2021: o que você quer saber, mas esqueceu de perguntar

Lá vem ela! A data mais esperada para compras está chegando. Desde a sua primeira edição em 2010, a Black Friday só ganhou força como a época mais aguardada para fazer compras com desconto.

Se você está com a ansiedade batendo forte e é daquelas pessoas que têm dezenas de abas do seu navegador abertas com buscas e mais buscas de produtos e serviços prontos para serem comprados com descontos na Black Friday, reserve um tempinho para ler esse artigo até o fim.

A gente atualizou algumas dicas bem importantes para você aproveitar a Black Friday com consciência e evitar cair em roubadas.

Quando é a Black Friday?

A Black Friday acontece sempre no mês de novembro, mas não cai na mesma sexta-feira todos os anos. Isso porque a data celebra o dia de inauguração da temporada de compras para as festas de fim de ano e inicia um dia após o feriado de Ação de Graças, uma tradição nos Estados Unidos. A data foi “importada” para o Brasil há alguns anos e desde então é uma das mais aguardadas pelas lojas e também pelos consumidores. Em 2021, a Black Friday será dia 26 de novembro.

Tem corre-corre da Black Friday?

Quando tiver um tempinho, digite Black Friday no YouTube e veja uma série de vídeos da correria do Black Friday nas lojas físicas. Nos Estados Unidos, a coisa é bem mais séria, mas no Brasil algumas cenas parecidas acontecem. Estamos falando disso nesse momento porque a situação atual com a pandemia pede uma atenção maior, sendo assim, vale evitar as grandes aglomerações.

Para isso, uma boa dica é priorizar as compras on-line. Em 2020, por exemplo, quando as lojas estavam fechadas, os descontos de Black Friday para compras on-line fizeram as vendas aumentarem. Pesquise com calma e aproveite.

Como evitar black fraudes?

Já que falamos de compras on-line na Black Friday, é bom destacar que é no meio digital que acontecem as black fraudes. Ah! Não sabe o que é isso? As chamadas black fraudes são os golpes e estratégias de vendas mal intencionadas muito comuns nessa data. Por isso, é importante estar atento para não ser enganado e “comprar gato por lebre”. 

Conheça algumas delas:

Falsos descontos

A mais comum das fraudes é quando lojistas se aproveitarem do mote comercial e aumento da demanda na Black Friday para oferecer descontos falsos. Basicamente, funciona assim: o lojista aumenta o preço do produto alguns dias ou semanas antes da Black Friday; então, quando a data está bem próxima, anuncia um desconto. Ou seja, você pode acabar pagando o valor aproximado do preço real ou sem nenhum desconto.


Como evitar: comece já a fazer uma lista do que deseja comprar. Além de ser uma forma de evitar fraudes na Black Friday, é uma excelente maneira de se antecipar e manter o foco na hora das compras (evitando o gasto excessivo por impulso). 

Frete com preço “estranho”

No ambiente virtual é muito fácil alterar valores de preços de produtos, e do frete também. Pode ser que realmente o produto esteja com um descontão na Black Friday, mas o valor do frete esteja nas alturas.


Como evitar: além de fazer sua lista de desejos, confira os valores médios de frete para sua região e endereço. Também vale verificar se a loja oferece outros tipos de entrega do produto, como o ”compre e retire”. Nesta modalidade você compra on-line e retira na loja, sem custo.

Sites falsos

São muitos e eles aparecem mais nas suas buscas durante a Black Friday. Os sites falsos são muito parecidos com as lojas on-line verdadeiras, tanto no visual quanto na linguagem. Eles coletam seus dados e criam problemas financeiros difíceis de contornar.


Como evitar: primeiramente, observe a URL do site (o endereço do site no seu navegador). Os fraudadores criam sites com nomes parecidos com os originais, alterando algumas letras para confundir o consumidor. Se possível, priorize as compras via aplicativo, pois a chance de fraude é menor. Outra dica é desconfiar de descontos muito altos.

Como manter a saúde financeira na Black Friday?

Sim! A Black Friday é tentadora, mas não é porque as lojas estão oferecendo descontos que você precisa, necessariamente, fazer uma compra. No artigo sobre como evitar as armadilhas do consumismo (ainda não leu? Clique aqui) demos algumas dicas que podem funcionar para Black Friday também. Entre as que falam de organização financeira, metas e planejamento, uma delas vale ser reforçada aqui com uma pergunta definitiva, afinal, a saúde do seu bolso deve ser sempre prioridade para conquistar seus objetivos financeiros.

“Preciso mesmo desse produto?”

Que perguntinha difícil nessa época, né? A resposta deve vir com bastante análise e critério prático. Pode ser que a vontade seja só um reflexo do encanto da propaganda, ou do estímulo de algum influenciador digital. Agora, se a resposta for “Sim! Realmente eu preciso desse produto”, procure seguir as recomendações abaixo:

Compare e monitore os preços

Existem sites que fazem comparativos de preços de produtos em várias lojas on-line. Algumas dessas ferramentas, inclusive, salvam o histórico de preços para você analisar a variação de preços ao longo do período em que as campanhas de Black Friday entram no ar. Alguns desses canais confiáveis são o Buscapé, o Zoom e o Já Cotei.

Fique de olho na reputação da loja

Antes de fechar a compra, visite o site consumidor.gov.br. Esse canal mantido pela Secretaria Nacional do Consumidor permite pesquisar lojas e verificar como anda a reputação delas. São apresentados os índices de satisfação, reclamações de consumidores e outras informações que vão ajudar muito na sua decisão de compra na Black Friday.

Outro ótimo canal para reforçar sua decisão é o Reclame Aqui. Quando for pesquisar, uma dica: não leia apenas a reclamação, mas, principalmente, como o lojista responde e soluciona os problemas.

Cuidado para não estourar seu orçamento

Há um tempo, a gente escreveu um artigo com dicas para sair das dívidas (Clique aqui, se você precisar dessa ajuda). Nele, colocamos uma fórmula interessante para fazer a famosa reserva de emergência. Vale a pena repetir aqui. É a regra 50-20-10-20 onde:

50% do seu faturamento vai para despesas básicas;
20% para despesas não-essenciais;
10% para sua reserva de emergência e;
20% para pagamento de dívidas que você possua.

Bom. Em primeiro lugar, não use a sua reserva para fazer compras. Qual porcentagem, então, considerar para as compras da Black Friday? 

Depende. Não é só aquela TV dos sonhos ou o celular de última geração que entra na promoção de Black Friday. Itens de necessidades básicas aparecem com descontos muito atrativos. Por isso, considere o seguinte: se a compra for de itens para despesas básicas, vai sair dos 50%; se for, por exemplo, um luxo que você quer se dar de presente, sai dos 20% para despesas não-essenciais.  

O importante é: mantenha-se dentro do seu orçamento; mesmo se a compra for feita a prazo, as parcelas devem ser consideradas dentro do orçamento ao qual você se comprometeu para alcançar seus objetivos financeiros.

 Comprar a prazo na Black Friday

Se você realmente chegou à conclusão de que precisa fazer uma compra na Black Friday, mas as condições de financiamento e juros oferecidos pela loja não cabem no seu bolso, considere um empréstimo. Utilizando um empréstimo com garantia, por exemplo, você pode comprar o produto à vista e pagar o empréstimo com taxas muito menores do que se financiasse direto com o lojista e ainda conseguir um desconto, pagando a loja à vista. Nessas condições, você economizará no saldo final.

Lembre-se de colocar todos esses dados no papel e de não estourar seu orçamento, ok? Vale a pena já se preparar fazendo uma simulação com a Sim, somos uma fintech do Grupo Santander que oferece empréstimos com segurança e transparência, de maneira descomplicada. Seu dinheiro extra pode sair em até 3 dias, então, dá tempo de você se programar para a Black Friday. É rápido e 100% digital.

Publicado por Fernanda Benevides

Formada em Comunicação Social pela ESPM-SP, atua como Head da área de Growth Marketing, na Sim, desde 2019, liderando as equipes de SEO, CRM, Mídia, Conteúdo e BI. Com trajetória profissional de mais de dez anos em marketing digital, atuou em diferentes indústrias, como varejo, bens de consumo e educação, em projetos focados na aquisição e rentabilização de clientes.